Este defeito de ser transparente troca-me as voltas, expõe-me no que não me quero expor, e na maior parte das vezes, apanha-me desprevenida. Isto do corpo mostrar como me vai a alma é algo a que, nem sempre, gostava de estar sujeita.
O Carnaval está a porta e por isso vou aproveitar a época para por de lado 2 ou 3 máscaras que me ajudem a rir quando o que quero mesmo é chorar, me façam alegre quando estou triste e me ajudem a guardar para mim e só para mim o que não quero revelar a ninguém.
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