sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Song For a Lover Of Long Ago




Rain on the bard
clinging water mark
and your hands are what i had
and calls up what i can

Ring you and me
shake memory free
cant scratch the open sun
cant chase away the hope
I've buried you
in every place I've been
you keep ending up
in my shaking hands

Rain sound the alarm
and stain my broken heart
the things violinist
buried in my gut
there are chances or choices
sometimes you just have to cut

I've buried you
every place i move
you keep ending up
in my shaking hands
i have buried you
with my shaking hands
you keep ending up
every place i been

I have buried you
every place ive been
and you keep ending up
in my shaking hands
you keep ending up
every place ive been
in my shaking hands
every place ive been

(Justin Vernon)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Este defeito de ser transparente...

Este defeito de ser transparente troca-me as voltas, expõe-me no que não me quero expor, e na maior parte das vezes, apanha-me desprevenida. Isto do corpo mostrar como me vai a alma é algo a que, nem sempre, gostava de estar sujeita.


O Carnaval está a porta e por isso vou aproveitar a época para por de lado 2 ou 3 máscaras que me ajudem a rir quando o que quero mesmo é chorar, me façam alegre quando estou triste e me ajudem a guardar para mim e só para mim o que não quero revelar a ninguém.






terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A Alma Gémea

Gostava de ter sido eu a escrever o texto de Miguel Esteves Cardoso que transcrevo abaixo.

Não sei se acredito nas suas palavras. Não sei sequer se isto da Alma Gémea é algo para levar muito a sério...mas gostava que fosse. Alguém me dá a certeza que é? Alguém me diz que isto é coisa para levar a sério?...tão sério como a própria vida? É que...eu já senti o meu coração parar de bater...

"(...) Como é que se reconhece a alma gémea? No abraço. O coração pára de bater. A existência é interrompida. No abraço do irmão, do amigo, da amante, há sensação, do corpo, do tempo, do coração. Há sempre a noção dum gesto posterior. No abraço de duas almas gémeas, mesmo quando se amam, o abraço parece o fim. Uma pessoa sente-se, ao mesmo tempo, protegida e protectora. E a paz é inteira - nenhum outro gesto, nenhuma outra palavra, é precisa para a completar. Pode passar a vida toda. Não importa.

Quando duas almas gémeas se abraçam, sente-se o alívio imenso de não ter de viver. Não há necessidade, nem desejo, nem pensamento. A sensação é de sermos uma alma no ar que reencontrou a sua casa, que voltou finalmente ao seu lugar, como se o outro corpo fosse o nosso que perdêramos desde a nascença
."


(Miguel Esteves Cardoso)

 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Ellen Page








O discurso de 8 minutos da Ellen Page foi pleno de simplicidade, entrega, verdade e força. Aos 26 anos, esta jovem atriz, teve a coragem que muitos não têm ao longo de uma vida inteira. Se o fez de modo descontraído? Não. Ao longo do seu discurso foi evidente um nervosismo latente...nos movimentos, na voz, nas expressões. Mas também foi evidente uma determinação e alegria contagiantes...senti-lhe na voz uma inevitabilidade e uma verdade sem mácula.

A defesa dos direitos humanos passa pela defesa do amor...seja em que circunstâncias for. Porque basta ser Amor e só o Amor basta.


"I am tired of hiding and I am tired of lying by omission,(...)I suffered for years because I was scared to be out. My spirit suffered, my mental health suffered and my relationships suffered. And I’m standing here today, with all of you, on the other side of all that pain. I am young, yes, but what I have learned is that love, the beauty of it, the joy of it and yes, even the pain of it, is the most incredible gift to give and to receive as a human being. And we deserve to experience love fully, equally, without shame and without compromise."
  
Ellen Page nasceu no dia 21 de Fevereiro...exatamente no mesmo dia da minha filha mais velha. Esta coincidência fez-me sorrir e pensar que desejo para ela a mesma determinação, garra e verdade nas suas lutas. 

Viver com verdade, respeitando o que somos é o mínimo que se nos exige. Este é o pontapé de partida para sermos mais, sermos melhores e para nos agigantarmos perante a vida. Este é o pontapé de partida rumo à felicidade.



 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Inevitabilidades



Existem inevitabilidades que não vale a pena contrariar. 

O Sol vai continuar a brilhar, a terra vai continuar a girar, o vento vai continuar a soprar, o dia vai continuar a amanhecer e o coração vai continuar a bater...tudo vai continuar a acontecer exatamente quando tiver de acontecer.

Eu continuarei a ter-te em mim...a procurar-te onde sei que não estás, a adormecer e a acordar contigo, a querer-te como nunca.

Existem inevitabilidades que não vale a pena contrariar.